Ganhou a eternidade dos céus – pelo menos os crentes o dizem — há nove séculos e, desde então, não parou de nos dar a música que a inspiração divina lhe trouxe. Agora, tem morada permanente já aqui ao lado a nossa Querida Morta da semana. Vá, vá lá espreitar que a Joana tem muito para lhe contar, e para lhe dar a ouvir, desta mulher de vida tão extraordinária, que alguns consideram a primeira de todas as feministas.
















