Mas, às vezes, não

O Manuel S. Fonseca sugeriu-me que desse continuidade à série iniciada no Mátria Minha, As Mulheres são o que são. Não aceitei a sugestão. Lançou-me então o repto de dizer como são as mulheres quando não são o que são. Aceitei: o que não pode ser continuado, pode ser recomeçado.  Assim, ao que já existia, As mulheres são o que são, acrescento Mas, às vezes, não.

Comentários a “Mas, às vezes, não” (9)

  1. Turmalina diz:

    Que delícia de video…mulheres são lembranças que não se apagam com o tempo…ou são?

  2. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Olá Turmalina,

    que bom que gostou.

    Há quem tenha sonhos recorrentes, eu tenho tenho filmes. The Godfather e The Deer Hunter, que utilizei para ilustrar a série que referi, são dois deles.

  3. Orcama diz:

    Enciclopédica Eugénia de Vasconcellos,

    Posso contribuir com algo de material para a série que ora (re)inicia?

    Pois aqui vai:

    http://www.youtube.com/watch?v=XyNWua90F

    Como enquadrar em “As mulheres são o que são… Mas, às vezes, não”… ou sim?…

    Eu sei que a sequência é um pouco longa mas, para o caso, basta ver até aos 5 minutos.

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Caro Orcama,

      plasmou-me aqui um link disfuncional! Acha bem? Ora confirme o seu acto de guerrilha!

      • Orcama diz:

        Magnânima Eugénia de Vasconcelos,

        Aqui vai o link completo:

        http://www.youtube.com/watch?v=XyNWua90Ffk

        Não foi vontade minha. Foi o danado do processador do meu desktop, já um pouco esclerosado… Ainda bem que não foi ter a nenhum site que nos poderia deixar a ambos constrangidos. O que a falta das duas letras finais fizeram.

        • Eugénia de Vasconcellos diz:

          Merci, caro Orcama. Não é nada longa.

          (O Kilimanjaro da TC, o Kilimanjaro do Hemingway e agora o do Henry King. Kilimanjaro recorrente como os meus filmes?)

  4. Turmalina diz:

    Eugénia…achei um ato de pequena maldade aos 2:30 deste video:
    http://www.youtube.com/watch?v=zyDCFcQiJ3s

    • Eugénia de Vasconcellos diz:

      Ferocidade, Turmalina, como em “Os dias”, de David Mourão Ferreira. Síntese de The snows of Kilimanjaro.

      E arrisco-me a entrar na jaula dos teus dias
      que rugem de não ser o que eu lhes prometia.

      Mas é para fugir de um parque mais antigo
      onde rugem os meus pelo mesmo motivo.

      • teresa conceição diz:

        Que bela ligação, Eugénia. E que certeira síntese a do poema.

        “The Snows…” tem muito pouco a ver com o Kilimanjaro, e encontram-se leopardos espalhados pela narrativa, em vários sítios menos na montanha.

        Foi outro bom achado o da Turmalina, o da mulher com garras de fora. Serão sempre assim as que querem defender o que acham ser seu? No filme e no livro são assim umas atrás das outras: rugem.

        E quanto a ser recorrente, a minha saga no Kilimanjaro fica por aqui, à terceira é de vez.

        A do livro e filme talvez não: não estamos sempre a falar do amor e da perda?

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