O Manuel S. Fonseca sugeriu-me que desse continuidade à série iniciada no Mátria Minha, As Mulheres são o que são. Não aceitei a sugestão. Lançou-me então o repto de dizer como são as mulheres quando não são o que são. Aceitei: o que não pode ser continuado, pode ser recomeçado. Assim, ao que já existia, As mulheres são o que são, acrescento Mas, às vezes, não.

















Que delícia de video…mulheres são lembranças que não se apagam com o tempo…ou são?
Olá Turmalina,
que bom que gostou.
Há quem tenha sonhos recorrentes, eu tenho tenho filmes. The Godfather e The Deer Hunter, que utilizei para ilustrar a série que referi, são dois deles.
Enciclopédica Eugénia de Vasconcellos,
Posso contribuir com algo de material para a série que ora (re)inicia?
Pois aqui vai:
http://www.youtube.com/watch?v=XyNWua90F
Como enquadrar em “As mulheres são o que são… Mas, às vezes, não”… ou sim?…
Eu sei que a sequência é um pouco longa mas, para o caso, basta ver até aos 5 minutos.
Caro Orcama,
plasmou-me aqui um link disfuncional! Acha bem? Ora confirme o seu acto de guerrilha!
Magnânima Eugénia de Vasconcelos,
Aqui vai o link completo:
http://www.youtube.com/watch?v=XyNWua90Ffk
Não foi vontade minha. Foi o danado do processador do meu desktop, já um pouco esclerosado… Ainda bem que não foi ter a nenhum site que nos poderia deixar a ambos constrangidos. O que a falta das duas letras finais fizeram.
Merci, caro Orcama. Não é nada longa.
(O Kilimanjaro da TC, o Kilimanjaro do Hemingway e agora o do Henry King. Kilimanjaro recorrente como os meus filmes?)
Eugénia…achei um ato de pequena maldade aos 2:30 deste video:
http://www.youtube.com/watch?v=zyDCFcQiJ3s
Ferocidade, Turmalina, como em “Os dias”, de David Mourão Ferreira. Síntese de The snows of Kilimanjaro.
E arrisco-me a entrar na jaula dos teus dias
que rugem de não ser o que eu lhes prometia.
Mas é para fugir de um parque mais antigo
onde rugem os meus pelo mesmo motivo.
Que bela ligação, Eugénia. E que certeira síntese a do poema.
“The Snows…” tem muito pouco a ver com o Kilimanjaro, e encontram-se leopardos espalhados pela narrativa, em vários sítios menos na montanha.
Foi outro bom achado o da Turmalina, o da mulher com garras de fora. Serão sempre assim as que querem defender o que acham ser seu? No filme e no livro são assim umas atrás das outras: rugem.
E quanto a ser recorrente, a minha saga no Kilimanjaro fica por aqui, à terceira é de vez.
A do livro e filme talvez não: não estamos sempre a falar do amor e da perda?