O CAÇADOR DE TEMPO iniciou sua demanda com Eugénia de Vasconcellos e suas venturas podem ser relidas aqui ao lado, em nobilíssimo Cadavre Exquis de páginas criadas pelo benemérito Francisco Feijó Delgado.
Antes de soar a meia-noite no relógio da catedral, dling dlong, e se antes não me transformar eu em abóbora, virá aqui alojar-se o segundo capítulo do folhetim de nosso blogue. Tremei, ó gentes (que eu também).


















Pronto, já não me vou deitar antes das doze badaladas.
O nosso folhetinesco caçador despreza os relógios, acho.
Não sei que badaladas contam para ele, mas sei que para ele as suas fotografias foram uma inspiração.
Ó Teresa! Enganou-me, sua mazona… Vim logo a correr. Estou à espera. Em pulgas. Vou voltar ao meu Borges. Já cá passo.
Este desenho é seu?
De Borges para aqui? Temo o pior.
Sim, os desenhos são meus.
Fiz uma data deles, variações do mesmo, para ver se conseguia conhecer melhor o seu caçador. Ainda estou longe. Mas vou continuar a tentar.
Tremente e insomne, aqui estou, Teresa. A morrer de curiosidade. E à espera do que me espera … in the midnight hour!
Que grande responsabilidade, Joana! Eu é que estou a tremer.
O «tremendum» passou por aqui…