<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Duas vontades dilaceravam-me a alma</title>
	<atom:link href="http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/</link>
	<description>tagline</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 23:09:40 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2586</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:57:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2586</guid>
		<description>Não faz mal Joana. Como dizia o famoso axioma teológico que tanto uniu e dividiu os teólogos, sobretudo jesuítas e dominicanos, nos séculos XVI e XVII: Facienti quod in se est Deus non denegat gratiam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não faz mal Joana. Como dizia o famoso axioma teológico que tanto uniu e dividiu os teólogos, sobretudo jesuítas e dominicanos, nos séculos XVI e XVII: Facienti quod in se est Deus non denegat gratiam.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2560</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 01:43:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2560</guid>
		<description>Gonçalo, agradeço a simpatia, mas a consciência dos meus paupérrimos conhecimentos de Direito Canónico leva-me a declinar o honroso título de jurista utriusque juris. Fico-me pelo outro e mesmo assim, sabe Deus...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gonçalo, agradeço a simpatia, mas a consciência dos meus paupérrimos conhecimentos de Direito Canónico leva-me a declinar o honroso título de jurista utriusque juris. Fico-me pelo outro e mesmo assim, sabe Deus…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2559</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 01:39:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2559</guid>
		<description>Então o meu estimado Orcama não sabia que a Gala era freguesa assídua da loja dos chineses da rua onde morava com o Salvador/marido/namorado/híbrido/Dali?! E que, justamente, ele gostou tanto de ver a Gala com a camisa do smoking que resolveu pintar os relógios chineses para lhe oferecer e, assim, reconhecer-lhe a acção apaixonada e inspiradora? É que não há biografia dele que não refira isto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então o meu estimado Orcama não sabia que a Gala era freguesa assídua da loja dos chineses da rua onde morava com o Salvador/marido/namorado/híbrido/Dali?! E que, justamente, ele gostou tanto de ver a Gala com a camisa do smoking que resolveu pintar os relógios chineses para lhe oferecer e, assim, reconhecer-lhe a acção apaixonada e inspiradora? É que não há biografia dele que não refira isto!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2541</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 20:41:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2541</guid>
		<description>Cara Joana, a escola dos juristas, mesmo que utriusque juris, baralha sempre um bocadinho as coisas. O remédio definitivo é, de facto, sacramental, mas é o voto por meio do qual aguém se entrega inteiramente a Deus (como cantava frei Hermano da Câmara: entreguei-me todo a Cristo e nunca mais me senti só!). O matrimónio, conforme recomendava São Paulo, é, digamos assim, um mal menor. O melhor é o homem abster-se de mulher (e esta de homem), mas, dado o perigo da imoralidade, cada um tenha a sua própria mulher e cada uma tenha o seu próprio marido (1 Cor. 7, 1-2). Depois, porém, a coisa atenua-se, porque é claro que daqui ao radicalismo do arianismo e do pelagianismo, cujos perigos são hoje renovados pelas religiões políticas, tanto marxistas quanto liberais, é um pequeno passo. Mas a Igreja católica, apostólica e romana, se há coisa que teve, ao longo da história, nestas matérias, foi bom senso.
Quanto a si, perigosa Eugénia, não me enfeitice com as suas belas palaras. O amor é, de facto, a medida do homem, sendo, no entanto, o amor divino que nos envolve na ligação aos humanos. Quanto ao resto, fico à espera da sua reciprocicação. Mas tenho que avisá-la: não uso relógio! Nem mesmo daqueles que dali nos mostra o Orcama.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Joana, a escola dos juristas, mesmo que utriusque juris, baralha sempre um bocadinho as coisas. O remédio definitivo é, de facto, sacramental, mas é o voto por meio do qual aguém se entrega inteiramente a Deus (como cantava frei Hermano da Câmara: entreguei-me todo a Cristo e nunca mais me senti só!). O matrimónio, conforme recomendava São Paulo, é, digamos assim, um mal menor. O melhor é o homem abster-se de mulher (e esta de homem), mas, dado o perigo da imoralidade, cada um tenha a sua própria mulher e cada uma tenha o seu próprio marido (1 Cor. 7, 1–2). Depois, porém, a coisa atenua-se, porque é claro que daqui ao radicalismo do arianismo e do pelagianismo, cujos perigos são hoje renovados pelas religiões políticas, tanto marxistas quanto liberais, é um pequeno passo. Mas a Igreja católica, apostólica e romana, se há coisa que teve, ao longo da história, nestas matérias, foi bom senso.<br />
Quanto a si, perigosa Eugénia, não me enfeitice com as suas belas palaras. O amor é, de facto, a medida do homem, sendo, no entanto, o amor divino que nos envolve na ligação aos humanos. Quanto ao resto, fico à espera da sua reciprocicação. Mas tenho que avisá-la: não uso relógio! Nem mesmo daqueles que dali nos mostra o Orcama.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Orcama</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2540</link>
		<dc:creator>Orcama</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 20:38:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2540</guid>
		<description>Eugénia de Vasconcellos, da Sardenha, ou de Hipona?

Mas, apesar do que diz, acha bem este tratamento, abaixo comprovado, dos relógios do amado? Não deverá o amor, consubstanciado no matrimónio, ser regido pelos incontornáveis princípios da reciprocidade?

http://educators.mfa.org/dynamic/slides/attached_file_9169.jpg</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eugénia de Vasconcellos, da Sardenha, ou de Hipona?</p>
<p>Mas, apesar do que diz, acha bem este tratamento, abaixo comprovado, dos relógios do amado? Não deverá o amor, consubstanciado no matrimónio, ser regido pelos incontornáveis princípios da reciprocidade?</p>
<p><a href="http://educators.mfa.org/dynamic/slides/attached_file_9169.jpg" rel="nofollow">http://educators.mfa.org/dynamic/slides/attached_file_9169.jpg</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2534</link>
		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 19:30:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2534</guid>
		<description>Gonçalo, tão solícito Gonçalo. 

Agradeço-lhe. Mas vejo-me obrigada a desfazer o equívoco: quem precisa do consolo dos seus pares, do seu consolo, do consolo, enfim, que - surpresa! -, o Gonçalo tão bem produziu ainda que errando o destinatário, é o MSF. 

Na minha experiência - religiosa como bem notou a sua atenção, pois só de amor se trata, e o que mais se não o amor nos devolve a ligação ao divino? - a dilaceração é simulada: pois se Cristo, ele mesmo, recomendou a astúcia para pedagogia no tratamento dos bens do mundo. O que é um relógio quando comparado com a devoção que o marido deve à mulher?

Ps: e logo com o meu querido Santo Agostinho. Terei de reciprocicar tanta generosidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gonçalo, tão solícito Gonçalo. </p>
<p>Agradeço-lhe. Mas vejo-me obrigada a desfazer o equívoco: quem precisa do consolo dos seus pares, do seu consolo, do consolo, enfim, que — surpresa! -, o Gonçalo tão bem produziu ainda que errando o destinatário, é o MSF. </p>
<p>Na minha experiência — religiosa como bem notou a sua atenção, pois só de amor se trata, e o que mais se não o amor nos devolve a ligação ao divino? — a dilaceração é simulada: pois se Cristo, ele mesmo, recomendou a astúcia para pedagogia no tratamento dos bens do mundo. O que é um relógio quando comparado com a devoção que o marido deve à mulher?</p>
<p>Ps: e logo com o meu querido Santo Agostinho. Terei de reciprocicar tanta generosidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/duas-vontades-dilaceravam-me-a-alma/comment-page-1/#comment-2525</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 17:48:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=5807#comment-2525</guid>
		<description>Gonçalo, que louvável propósito! E que excelente e isento contributo! 

Deveras decidida a dar também uma ajudinha, não tanto à Eugénia, que manifestamente não precisa, mas ao atormentado MSF e ao próprio autor desse texto, se ainda a tempo fosse (dá-me ideia de que não), lembrei-me de ter aprendido na Faculdade, que havia, de facto, um definitivo remedium para a concupiscência! 

Ei-lo, o simpático Cânone 1013 do Código de Direito Canónico de 1917.  
§ 1. Matrimonii finis primarius est procreatio atque educatio prolis; secundarius mutuum adiutorium et remedium concupiscentiae.
§ 2. Essentiales matrimonii proprietates sunt unitas ac indissolubilitas, quae in matrimonio christiano peculiarem obtinent firmitatem ratione sacramenti.

É evidente que não resolve o problema, menos ainda o dilema. Mas integra-os num contexto mais vasto, ele próprio potencialmente problemático, logo atenua-os.
  
Ah! Já me esquecia! Não faça caso se lhe disserem que o referido Cânone foi revogado em 1983. Trata-se de um pormenor de somenos importância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gonçalo, que louvável propósito! E que excelente e isento contributo! </p>
<p>Deveras decidida a dar também uma ajudinha, não tanto à Eugénia, que manifestamente não precisa, mas ao atormentado MSF e ao próprio autor desse texto, se ainda a tempo fosse (dá-me ideia de que não), lembrei-me de ter aprendido na Faculdade, que havia, de facto, um definitivo remedium para a concupiscência! </p>
<p>Ei-lo, o simpático Cânone 1013 do Código de Direito Canónico de 1917.<br />
§ 1. Matrimonii finis primarius est procreatio atque educatio prolis; secundarius mutuum adiutorium et remedium concupiscentiae.<br />
§ 2. Essentiales matrimonii proprietates sunt unitas ac indissolubilitas, quae in matrimonio christiano peculiarem obtinent firmitatem ratione sacramenti.</p>
<p>É evidente que não resolve o problema, menos ainda o dilema. Mas integra-os num contexto mais vasto, ele próprio potencialmente problemático, logo atenua-os.</p>
<p>Ah! Já me esquecia! Não faça caso se lhe disserem que o referido Cânone foi revogado em 1983. Trata-se de um pormenor de somenos importância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
