Como se fosse… amanhã!

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«Lembro-me como se fosse ontem» — dizia-me hoje de manhã alguém sobre qualquer coisa. Pensei então: porque não havemos de lembrar-nos como se fosse hoje? E, já agora, porque não havemos de lembrar-nos como se fosse amanhã? Não é disso que Portugal precisa? E não precisa disso como se fosse ontem?

Comentários a “Como se fosse… amanhã!” (4)

  1. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Mas que bem pensado, Gonçalo! Portugal e todos nós.

  2. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    É verdade Joana. Gosto que mo tenha dito. É preciso ser-se poeta para reconhecer, quando ele é dado, o verso que contém — ou pode conter — o poema!

  3. Gonçalo Pistacchini Moita diz:

    Pensei Eugénia e escrevi Joana. Peço desculpa. É o que dá andar metido na cozinha!

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