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	<title>Comentários em: Através de um Espelho, Obscuramente: o Cinema de M. Haneke e M. Night Shyamalan</title>
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		<title>Por: pedro marta santos</title>
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		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 01:46:56 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, eu, Pedro, por me desafiares a voltar a olhar para ele. E para Haneke, talvez o meu realizador europeu preferido dos últimos anos - há uma adaptação dele de &quot;O Castelo&quot; de Kafka, para a televisão austríaca, que vale a pena ver. Saiu uma edição espanhola, com legendas em castelhano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, eu, Pedro, por me desafiares a voltar a olhar para ele. E para Haneke, talvez o meu realizador europeu preferido dos últimos anos — há uma adaptação dele de “O Castelo” de Kafka, para a televisão austríaca, que vale a pena ver. Saiu uma edição espanhola, com legendas em castelhano.</p>
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		<title>Por: Pedro Norton</title>
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		<dc:creator>Pedro Norton</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:44:12 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, caro Pedro, por este extraordinário texto. Sempre intuí que a provocação ia valer a pena. Obrigado, sobretudo, por me emprestares os teus olhos para descobrir este Shyamalan que, «de olhos bem abertos», nunca tinha sabido ver. Malgré Willis (não me faças gostar dele por favor!) vou revê-lo. Todo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, caro Pedro, por este extraordinário texto. Sempre intuí que a provocação ia valer a pena. Obrigado, sobretudo, por me emprestares os teus olhos para descobrir este Shyamalan que, «de olhos bem abertos», nunca tinha sabido ver. Malgré Willis (não me faças gostar dele por favor!) vou revê-lo. Todo.</p>
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		<title>Por: pedro marta santos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3820</link>
		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:42:53 +0000</pubDate>
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		<description>Fico contente por ter gostado, Joana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico contente por ter gostado, Joana.</p>
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		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
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		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 22:23:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro, como há pouco apressadamente deixei dito, gostei muito deste seu post. 

Da ideia de o construir a partir da Primeira Epistola aos Coríntios (13, 1-13). E da leitura que dela faz. O texto de Paulo é belíssimo e revelador – sobretudo o inicio e a parte final. E apesar de frequentemente reduzido à categoria de leitura standard de celebração de casamento católico, mantém-se intacto na sua riqueza e densidade. A pedir e a merecer outras leituras, como esta sua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, como há pouco apressadamente deixei dito, gostei muito deste seu post. </p>
<p>Da ideia de o construir a partir da Primeira Epistola aos Coríntios (13, 1–13). E da leitura que dela faz. O texto de Paulo é belíssimo e revelador – sobretudo o inicio e a parte final. E apesar de frequentemente reduzido à categoria de leitura standard de celebração de casamento católico, mantém-se intacto na sua riqueza e densidade. A pedir e a merecer outras leituras, como esta sua.</p>
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		<title>Por: pedro marta santos</title>
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		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 16:33:28 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pelo seu comentário, Eugénia. Se calhar tem razão: gosto tanto dos filmes dele (à excepção de &quot;The Sixth Sense&quot; e de largas secções de &quot;Lady in the Water&quot;) que exagero um bocado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo seu comentário, Eugénia. Se calhar tem razão: gosto tanto dos filmes dele (à excepção de “The Sixth Sense” e de largas secções de “Lady in the Water”) que exagero um bocado…</p>
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		<title>Por: Eugénia de Vasconcellos</title>
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		<dc:creator>Eugénia de Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:21:24 +0000</pubDate>
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		<description>PMS, gosto muito quando escreve quilómetros: porque escreve bem, escreve bonito e na primeira pessoa. E ainda vou relê-lo.

Se eu nunca tivesse visto um filme de Shyamalan, ia comprá-lo para o fim de semana. E com o enviesamento do seu olhar, se calhar, gostava-o.

Mas dizer que não reconher Shyamalan, é não reconhecer Perrault, La Fontaine ou Grimm, é incorrecto. A linguaguem de uns não é a linguaguem de outro. Uns são polpinhas de lagosta, outro delícias do mar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PMS, gosto muito quando escreve quilómetros: porque escreve bem, escreve bonito e na primeira pessoa. E ainda vou relê-lo.</p>
<p>Se eu nunca tivesse visto um filme de Shyamalan, ia comprá-lo para o fim de semana. E com o enviesamento do seu olhar, se calhar, gostava-o.</p>
<p>Mas dizer que não reconher Shyamalan, é não reconhecer Perrault, La Fontaine ou Grimm, é incorrecto. A linguaguem de uns não é a linguaguem de outro. Uns são polpinhas de lagosta, outro delícias do mar.</p>
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	<item>
		<title>Por: Joana Vasconcelos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3807</link>
		<dc:creator>Joana Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 13:34:24 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro, que texto fabuloso! Gostei muitíssimo! Mais logo volto, de forma menos sucinta. Agora tenho que ir, já estou completamente atrasada ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, que texto fabuloso! Gostei muitíssimo! Mais logo volto, de forma menos sucinta. Agora tenho que ir, já estou completamente atrasada …</p>
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		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
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		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 13:13:41 +0000</pubDate>
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		<description>Meu amigo Pedro, espero também eu que tenhas percebido que estava a brincar. No fundo, no fundo, o problema é este: gordo como estou, na minha pele já mal caibo eu, mesmo sozinho, quanto mais juntar-lhe ainda mais um. Quanto à epístola de S. Paulo não a conhecerei assim tão bem. Quanto ao post, embora sem a admiração extáctica do Manuel, que é do métier, também eu gostei muito. Abraço. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo Pedro, espero também eu que tenhas percebido que estava a brincar. No fundo, no fundo, o problema é este: gordo como estou, na minha pele já mal caibo eu, mesmo sozinho, quanto mais juntar-lhe ainda mais um. Quanto à epístola de S. Paulo não a conhecerei assim tão bem. Quanto ao post, embora sem a admiração extáctica do Manuel, que é do métier, também eu gostei muito. Abraço. :)</p>
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		<title>Por: pedro marta santos</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3805</link>
		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 13:09:21 +0000</pubDate>
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		<description>Ruborescido agradeço, conducatore.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ruborescido agradeço, conducatore.</p>
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		<title>Por: pedro marta santos</title>
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		<dc:creator>pedro marta santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:55:45 +0000</pubDate>
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		<description>Nunca me passou pela cabeça vestir a tua pele, Gonçalo. Não o saberia fazer. Foi apenas uma manifestação intuitiva de receio e humildade (acredita, p.f.) por, transversalmente, me estar a imiscuir em matérias (a Epístola de S. Paulo) que tão bem conheces: cada vez que escreves sobre as literaturas e as interpretações do Sagrado, só provocas o meu crescente prazer e admiração. Se exagerei - e se o fiz, foi sem qualquer intenção menos cordial - peço-te as maiores desculpas, e aos leitores. Nunca ousaria presumir que somos amigos quando nos conhecemos tão pouco. Espero que me dês a oportunidade de isso vir a acontecer um dia. Orgulhoso por partilharmos este espaço de ideias e boa disposição

Pedro Marta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca me passou pela cabeça vestir a tua pele, Gonçalo. Não o saberia fazer. Foi apenas uma manifestação intuitiva de receio e humildade (acredita, p.f.) por, transversalmente, me estar a imiscuir em matérias (a Epístola de S. Paulo) que tão bem conheces: cada vez que escreves sobre as literaturas e as interpretações do Sagrado, só provocas o meu crescente prazer e admiração. Se exagerei — e se o fiz, foi sem qualquer intenção menos cordial — peço-te as maiores desculpas, e aos leitores. Nunca ousaria presumir que somos amigos quando nos conhecemos tão pouco. Espero que me dês a oportunidade de isso vir a acontecer um dia. Orgulhoso por partilharmos este espaço de ideias e boa disposição</p>
<p>Pedro Marta</p>
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	<item>
		<title>Por: Manuel S. Fonseca</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3801</link>
		<dc:creator>Manuel S. Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:48:26 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto tanto, mas tanto, deste post do Pedro MS. Pela dimensão metafísica que exala. Pela pessoalíssima interpretação (em vez do que na blogosfera tanto se vê de repetição matrizes culturais pronto a vestir). Por deixar - e fazer - as obras, os filmes, falar em vez de lhes passar com um discurso alcatroado por cima. Vou voltar a ler e ainda cá volto, mas confesso que fiquei ainda mais fã do PMS - quase tanto como o PN já é - e de forma diferente da que a lailailai EV é (mas alguém conseguiria replicar o irrepetível estilo de Eugénia!)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto tanto, mas tanto, deste post do Pedro MS. Pela dimensão metafísica que exala. Pela pessoalíssima interpretação (em vez do que na blogosfera tanto se vê de repetição matrizes culturais pronto a vestir). Por deixar — e fazer — as obras, os filmes, falar em vez de lhes passar com um discurso alcatroado por cima. Vou voltar a ler e ainda cá volto, mas confesso que fiquei ainda mais fã do PMS — quase tanto como o PN já é — e de forma diferente da que a lailailai EV é (mas alguém conseguiria replicar o irrepetível estilo de Eugénia!)</p>
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	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3799</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 09:39:47 +0000</pubDate>
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		<description>...isto é um tratado!
Tem de ser lido - melhor, estudado - devagarinho.
Bom para estes dias chuvosos.
E gosto tanto de Shyamalan...
:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>…isto é um tratado!<br />
Tem de ser lido — melhor, estudado — devagarinho.<br />
Bom para estes dias chuvosos.<br />
E gosto tanto de Shyamalan…<br />
:)</p>
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	<item>
		<title>Por: Gonçalo Pistacchini Moita</title>
		<link>http://www.etudogentemorta.com/2010/01/atraves-de-um-espelho-obscuramente-o-cinema-de-m-haneke-e-m-night-shyamalan/comment-page-1/#comment-3797</link>
		<dc:creator>Gonçalo Pistacchini Moita</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 09:21:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.etudogentemorta.com/?p=7253#comment-3797</guid>
		<description>Pedro, um PEQUENO comentário. Nada me ofende que imagines a minha pele como sendo a de um lobo. Tenho outras, que tento mais frequentemente vestir, inclusive a do cordeiro, mas certamente te dei razões para assim imaginares tão intuitiva e imediatamente a minha. 
O que já me parece excessivo, e, de algum modo, me preocupa, é o facto de quereres vestir a minha pele. Incomoda-me, com efeito, a assumpção intempestiva de uma intimidade que não sei se quererei, assim sem mais, partilhar. 
É que nestas coisas da amizade, mesmo quando realcançamos a inocência das crianças, há sempre um caminho que é preciso fazer: jogar, correr, brincar, cair, magoar, chorar, zangar, matar, desculpar, fazer as pazes, rir...e é nesse caminho que a amizade se descobre, se constrói e se aprofunda. 
Há momentos, então, em que, juntos nesse caminhar, ambos se sentem na mesma pele. E são amigos, seja lá a pele qual for. De maneira que, agradecendo este teu post, afirmo peremptoriamente a minha amizade e a minha vontade de a aprofundar, mas, se não te importas, e para já, epidermicamente separados. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, um PEQUENO comentário. Nada me ofende que imagines a minha pele como sendo a de um lobo. Tenho outras, que tento mais frequentemente vestir, inclusive a do cordeiro, mas certamente te dei razões para assim imaginares tão intuitiva e imediatamente a minha.<br />
O que já me parece excessivo, e, de algum modo, me preocupa, é o facto de quereres vestir a minha pele. Incomoda-me, com efeito, a assumpção intempestiva de uma intimidade que não sei se quererei, assim sem mais, partilhar.<br />
É que nestas coisas da amizade, mesmo quando realcançamos a inocência das crianças, há sempre um caminho que é preciso fazer: jogar, correr, brincar, cair, magoar, chorar, zangar, matar, desculpar, fazer as pazes, rir…e é nesse caminho que a amizade se descobre, se constrói e se aprofunda.<br />
Há momentos, então, em que, juntos nesse caminhar, ambos se sentem na mesma pele. E são amigos, seja lá a pele qual for. De maneira que, agradecendo este teu post, afirmo peremptoriamente a minha amizade e a minha vontade de a aprofundar, mas, se não te importas, e para já, epidermicamente separados. :)</p>
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