Dead Man

Se tivéssemos orçamento para mandar realizar um filme para acompanhar este blog, começava por contratar o Jim Jarmusch. Dava-lhe a ler William Blake e Cormac McCarthy. Encomendava uma banda sonora genial ao Neil Young e pedia ao Johnny Depp para desenrascar o papel principal. Convencia o Gabriel Byrne, o John Hurt e o Robert Mitchum a fazer uma perninha. Depois, talvez lhe chamasse  Dead Man, para rimar. If you know what I mean. Mais coisa, menos coisa, o resultado seria este:



Comentários a “Dead Man” (2)

  1. Vasco Grilo diz:

    Confesso. Esqueci-me de ver este filme na altura. Vou procurar.

    O Iggy Pop também lá está. Lá estás tu a esquecer-te dos meus amigos mais punks.

    Em tua honra comprei e vi o Metrópolis do Lang a semana passada. Não me lembrava de tudo. Um monumento. Passarei a vê-lo uma vez por semana só para memorizar a cara de todos os figurantes na cena da entrada e saida da fábrica no início do filme.

    abraço

  2. Pedro Norton diz:

    Tem graça que eu também fiz aqui uma cerimónia em tua honra (vesti um smoking e tudo): vi o La Antenna. Fantástico.
    Quando estiveres com o Iggy, pede-lhe desculpas.
    Se não gostares MUITO do Dead Man faço-te um refund total. Não posso prometer o mesmo a certos companheiros desta virtual tertúlia que insistem em implicar com as minhas escolhas de culto. No teu caso aposto que não há risco.

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