Gosto de mapas.

Destes gigantes pintados nas paredes, incerteza castanha contra azul destas dez ilhas que somos nós, pim pam pum cada ilha contar um, nós é que pintámos por mão nossa mesmo.
Como deuses a espreitar do céu um país aos cartõezinhos, se estivesse no chão as meninas podiam saltar ao pé cochinho nele.
E gosto destes sumários, do tamanho de postais, que colo nos cadernos de viagem.

Para olhar as estradas, veias coloridas por mão infantil em direcção ao coração Mindelo.
















