Não são todos gente morta. São cerca de 3 milhões de almas pertencentes a quinhentas e sessenta e duas tribos distintas, com governos independentes e reconhecidos pelas autoridades Norte Americanas.
Eles são Navajos, Cherokees, Choctaw, Sioux, Chippewa, Apache, Blackfeet, Iroquois e Pueblo. Esta semana foram visitar a Casa Branca. Pela primeira vez em 15 anos alguém os ouviu. Alguém que lhes tentou dar uma pequena fracçao da sua já um pouco gasta “Audacity of Hope”.















Como diria Frantz Fanon: Os condenados da América…Ele que também era americano e insular.
Fã juvenil de Buck Jones (quem é que se lembra?) não tive, na idade de criar mitos, nenhum índio favorito, a não ser num romance de Zane (para quando o Nobel?) Grey de que nem o título lembro. Era o quê? Um Navajo? Movia-se como um fantasma, invísivel de dia, todo poderoso de noite. Era feito de vento e pedra, julgo.
Humanos só os vi — e o Zé Navarro bem se pode pôr a dar saltinhos progressistas — nos filmes de John Ford. Um dia, na Califórnia, na rota das missões entre Santa Barbara e São Francisco, passei numa reserva: tanta tristeza de nem precisar de ficar triste.