Há o “The Sun” mas há também “Moloch” e “Taurus”. Ainda só vi o primeiro, que por acaso até é o último. Toca, fundo, fundo, nas idiossincrasias do Senhor Hirohito. Vou procurar os outros dois que tocam também fundo, fundo e respectivamente, nas do Hitler e do Lenine.

















O “Moloch” é visita recomendável, na minha opinião superior à unânime “Queda” de Oliver Hirschbiegel e ao pantagruélico, e indigesto, Syberberg.