O vulcão Hopper tomou conta do blog, dizem.
Há uns anos largos, foi o vulcão do Fogo que tomou conta de mim. Que eu saiba, não ganhou outro nome. Hopper podia ter-lhe assentado bem: Hop lá, vou irromper aqui.
Mas ficou assim, só um simples vulcão do Fogo, da Ilha do Fogo. Apesar de nascer da costela do vulcão original que criou a ilha. Nascido da costela, mesmo ali no ombro. Uma Eva colérica e fogosa. Destruidora.
Arrasou duas aldeias. O povo da caldeira resistiu ao avanço da língua ardente até não haver remédio. O vulcão alimentou-se, vampiro lento, das casas e da vinha.
Eles fugiram a tempo. Diziam que nunca mais queriam voltar aquela terra. O coração é que não lhes parava noutro sítio. Um ano depois tinham voltado todos.
Eu vou regressar agora*. E por isso não vou ficar aqui prostrada. Ardo por dentro? O Verão é lá fora.
* Regresso agora a Cabo Verde em tempo de Dengue. Epidemia quente, a troçar da nossa fria. Até ao fim de Novembro, espero contrariar a D, sem a A. E façam o favor de manter este Blog de muito boa saúde!















Boa viagem, Teresa. Sem D nem A, só Sol.
Teresa, espero posts deslocalizados e em ritmo de morna. Boa viagem. Um beijinho cheio de inveja.