
A mulher do quadro, na noite anterior, em contracampo. Chama-se Betty Blue, e vai ficar louca. Não porque Zorg a abandone, mas porque a felicidade mata.
P.S.: E o que tem ela na cabeça em “Summer Interior”? Um véu de luto? Um saco do ritual de excitação pela asfixia? Uma marca de amores passados, sem remissão? Não é descuido do pincel, é mesmo um manto suave, quase transparente, a envolver-lhe nuca, rosto. É Verão, e o que tem ela na cabeça?

















Que horror! Tinha-me esquecido completamente deste filme. Merci PMS!
Que horror, Vasco? Não me diga que não gosta da “Betty”, e de “La Lune dans le Caniveau”. Há um lado de ópera-bufa em Beineix… confesso que até a “Roselyne et les Lions” acho piada.
Um abraço e tremendas dores de cotovelo pelas milhas aéreas acumuladas.
Caro Pedro, induzi-te em erro. O horror foi eu esquecer-me da “Betty Blue” e de ter passado as aulas todas do décimo segundo ano do liceu a sonhar de olhos abertos com a “belle” Béatrice. Tive uma namorada francesa quando tinha 17 anos e terminava as palavras com a mesma cadencia da Béatrice, arrastando e deixando um til cair sobre a ultima vogal das palavras.
Abraço
PS: Estou naturalmente disponível para trocar milhas por filmes da estupenda colecção que seguramente tens em casa.