Não vejo bem, caro Diogo, porque raio a «lógica de mercado» tem de ser sinónimo de «rentabilidade imediata». Até o Louçã investe em PPR’s…
Não vejo bem, caro Diogo, porque raio a «lógica de mercado» tem de ser sinónimo de «rentabilidade imediata». Até o Louçã investe em PPR’s…














A lógica do mercado da arte é, pelo contrário, a do lucro mediato. Na pintura, por exemplo, a valorização das obras chega com o tempo — ou nunca chega, até. A meu ver, sistematizar a arte e os seus trilhos é algo condenado ao insucesso.
Pedro: não haverá, é certo, nenhum outro político, para além de Louçã, mais obcecado com a “lógica de mercado” e mais atento às virtualidades eleitoralistas de um belo cardápio de “causas fracturantes”… Os seus PPR´s são apenas o lado escondido dessa lógica, um pouco como aquelas concessões que o mercado faz aos seus princípios liberais para satisfazer interesses pessoais dos seus próprios agentes e dos seus amiguinhos…