Inauguração solene a 1 de Outubro

Walker Evans Grave

Este cemitério aceita visitantes a partir do próximo dia 1 de Outubro.

À meia-noite!

Comentários a “Inauguração solene a 1 de Outubro” (4)

  1. João Pedro Guimarães diz:

    Meus caros amigos, nesta primeira de muitas visistas recomendo a leitura de um magnifico livro sobre obituários — tema que, acredito, lhes poderá interessar — e que se chama “The Dead Beat: Lost Souls, Lucky Stiffs, and the Perverse Pleasures of Obituaries”. A autora é Marilyn Johnson. Abraços, JP

  2. Pedro Norton diz:

    Ó Dr. Guimarães, não se faça de morto e vá aparecendo por aqui.

  3. Turmalina diz:

    DOS MEUS ENCONTROS E DESENCONTROS
    Sei da minha urgência em amar e sentir-me amada.E perdendo-me em reflexões acerca desta urgência penso mesmo na morte. Desde a minha concepção, ela se fez presente algumas vezes, me sorriu e foi embora. Sempre de forma sutil e amável.
    Gostaria de perguntar à ela o propósito de vir visitar-me tantas vezes e manter-me aqui. Na primeira vez eu estava ainda no útero da minha mãe.O meu mundo parou com o choque sofrido pela minha mãe com a morte da minha avó. Quase que morremos todas.
    No momento do meu nascimento novamente tudo parou. É verdade, quando a face da morte sorri prá vc, vc pára de existir.O coração pára de bater e o mundo exterior fica bem distante, inaudível, quase uma outra realidade.
    Já ia me esquecendo dela quando, aos 17 anos, sofri um acidente de automóvel e mais uma vez ela se fez presente. Desta vez desmaiei e quando acordei vi a minha amiga já distante. Mas mesmo assim meu mundo parou. Eu não ouvia coisa alguma e as imagens eram confusas.Ela acenou-me e partiu.
    Nosso último encontro foi há uns dois anos, durante um assalto violento.E apesar de fazer-se presente, desta vez, ela me acalmou. Sua visita foi rápida, meu coração parou e quando vi, lá estava ela. Novamente me sorriu e foi embora. E eu muito mais tranqüila pude enfrentar a situação.Foi o que me permitiu dialogar com a calma que o momento exigia.
    Acredito que a morte esteja me testando e é com amor que tenho dialogado com ela.E espero que este diálogo se prolongue por muitos e muitos anos…
    (Carla Lopes)

  4. Gi diz:

    Então aqui se apresenta mais uma morta-viva para o convívio ou o conmórtio.
    Bem-vindo à blogosfera.

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